Como já informado anteriormente, foi realizada há pouco na Coréia, uma pré-conferência com JunSu, YooChun e JaeJoong do DBSK para esclarecer os reais motivos por trás do processo que os três instauraram contra a SM Entertainment. Aos fãs aflitos com a situação, adiantamos que realmente o processo não tem nada a ver com a separação do grupo ou com a saída dos membros da agência — mas a coisa também não é tão simples e bastante revoltante.

A verdade é que o trio quer que seus contratos sejam revisados de acordo com as leis da Korea Fair Trade Comission, que já tem a SM na lista das agências que devem se adequar às leis — engraçado que foi preciso um processo ser instaurado para tanto. O advogado representante declara que durante os quase 6 anos de carreira do grupo, os membros foram adquirindo fadiga mental e física por serem submetidos à horas incessantes de trabalho e pressão — desde o debut em 2003, os membros vêm se deixando mandar pela agência, seguindo agendas absurdas com promoções na Coréia e Japão e dormindo no máximo 4 horas por dia, exceto pela única semana no ano inteiro que eles têm de pseudo-férias, e mesmo assim a SM continua insistindo para que trabalhem mais e mais. Por tudo isso, os membros declaram estarem se sentindo usados como meras ferramentas para gerar lucros para a SM, ao invés de estarem percorrendo o sonho de serem cantores.

O contrato tem duração de 13 anos — e incluindo os 2 anos em que eles são obrigados à servir o exército, fazem-se 15 anos. Se a cláusula que diz respeito à exclusividade for desrespeitada, os membros teriam de pagar o valor do investimento feito ao grupo multiplicado por 3 e mais 2 vezes o valor de ganhos que o grupo gerou. O cancelamento do contrato foi cogitado, mas a multa a se pagar é superior a 1 bilhão de WON (mais de R$1.500.000,00).

E qual o retorno que os membros têm? Nenhum. Além de não ganharem salário referente ao contrato, ainda há uma cláusula dizendo que se eles venderem mais de 500.000 cópias de um álbum, cada membro leva 10 milhões de WON (aproximadamente R$15.000,00). Se não conseguirem, não levam nada. Quem poderia imaginar que o maior grupo da Ásia passaria por isso?

Para tranquilidade de todos, o advogado declara: “Os membros não querem se separar, apenas acham que o contrato é ridículo. As coisas que cada um dos três membros querem são um pouquinho diferentes, mas o relacionamento de todos os cinco permanece intacto, ainda querem permanecer como um só”.

Quanto á YunHo e ChangMin não há nenhum pronunciamento oficial, mas a esperança é que eles se juntem aos demais membros quando terminarem suas obrigações com os dramas. Fica também a esperança de que, quando tudo isso acabar, a SM tenha que mudar os contratos de todos os agenciados (SHINee, SNSD, etc.), já que a agência já descumpre definições da Korea Fair Trade Comission.

Sorte e força aos meninos.

Sem comentários para a SM. ¬¬’

Por: DBSKBR